Eu gosto muito de filmes inteligentes como esse, então vou colocar aqui alguns trechos da resenha do site Omelete que foi a que me pareceu mais sensata.
A Fonte da Vida (The Fountain, 2006) do talentoso cineasta Darren Aronofsky (Pi, Requiem para um sonho) desperta reações de amor e ódio.Um lindo poema sobre o amor entre duas pessoas e a aceitação da morte como parte da evolução e da vida.
A história foi escrita por Ari Handel e Aronofsky e produz enorme reflexão ao final da sessão, aqueles momentos únicos que só o cinema de qualidade consegue proporcionar. Não apenas as imagens, mas os temas e idéias permanecem na memória por dias. A narrativa é complexa, mas não é difícil de entender, basta querer pensar.
Nela, Hugh Jackman é Tommy Creo, um cientista que está em busca da cura do câncer. Para ele é pessoal, já que Izzi (Rachel Weisz), sua esposa, esta morrendo com um tumor cerebral. A chance de sucesso chega juntamente com seu time de pesquisadores, que traz uma amostra de uma árvore singular das selvas da América do Sul. A planta pode ser a cura que ele tanto busca. Enquanto isso, Izzi escreve um livro sobre um conquistador (também interpretado por Jackman) que viaja para o Novo Mundo em busca da Árvore da Vida a pedido da rainha Isabel (também interpretada por Weisz). A terceira parte da história é passada no futuro, quando o cientista (ainda Jackman) viaja pelo espaço.
Pode parecer complicado, mas, ao final, algumas peças do quebra-cabeça se encaixam. Outras ficam inteligentemente vagas e cabe ao espectador (tentar) decifrá-las. Dessa forma, não há uma solução definitiva para o filme, já que seu entendimento em muito se deve às crenças e experiências da cada um.
Bom, se estiver curioso só termine de ler depois de ver o filme pois vou dar minha opinião pessoal....(Destaquei pra depois não dizer que passou despercebido....)
As lacunas eu analiso de forma cronologicamente linear, concatenando as três narrações como a interpretação do livro que a moça escreve, a realidade presente, e o que se passa na mente do cientista, mas se eu disser isso o filme perde a graça... O belo mesmo é enxergar como uma pessoa pode chega à morte em lucidez e sem sofrimento ao ponto de estrategicamente criar um enredo onde seu marido não desista da vida só por causa da sua morte... (Falei demais denovo!)
Se leram isso ainda assim assistam porque imagens são muito mais que palavras.
Para ler a resenha na integra veja o site:(http://www.omelete.com.br/cine/100003314/A_fonte_da_vida.aspx)
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2 comentários:
ola, sou do blog Samsara, onde vc deixou um link pra ca. Eu adoro esse filme! Tinha até postado no blog tb sobre ele, há uns anos, já que há muitas conexões dármicas... abs!
Vou procurar!!!Bjus
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