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sábado, 15 de maio de 2010

Como funciona o sarcasmo?

O dia hoje começou maravilhoso. Como tem sido, mas acordei com um sentimento bom da musica de toquinho Era uma vez... e fui ouvir assim que acordei. Uma sensaçao muito boa me ocorreu, e continuei ouvindo, Aquarela, Errar é Humano, Valsa para uma menininha, e acabei mesmo foi indo ler seus poemas no site Pensador.info

Bom, voltando, percebi um certo sarcasmo em meus pensamentos, com  um aspecto negativo, então decidi descobrir como funciona o sarcasmo... e ai?

Achei  o site HOW STUFF WORKS(Como Tudo Funciona), com respostas pra quase tudo.

O mais notável foi um trecho em destaque, lembro que sempre lia os trechos em destaque escritos curiosidades nos meus livros escolares. e lá tem um assim:

Palavras podem me ferir?



Segundo o Oxford English Dictionary [Dicionário de inglês Oxford], a palavra "sarcasmo" deriva do grego antigo "rasgar a carne, ranger os dentes, usar palavras amargas". Sua primeira definição é "expressão ou observação astuta, amarga ou mordaz, desprezo ou insulto". Embora os sarcastas tenham a intenção de serem engraçados, suas palavras podem magoar muito outras pessoas.
Bom, o site tem muita coisa, e esse post é fruto das minhas investigações na qual concluí, e me incluo em parte:

O sarcasmo é a expressão daqueles que só valorizam o que tem quando perdem. 

Daí reanimei, coloquei no tweet que já nem usava e decidi postar aqui.
Meu Tweet: http://twitter.com/arquivodave
http://www.formspring.me/arquivodave

quinta-feira, 22 de abril de 2010

domingo, 7 de março de 2010

Musica?

Ainda não falei nada sobre musicas, mas sou muito flexivel com estilos musicais, cada um na sua hora e lugar devido... Esse post é um vídeo de uma banda - projeto com instrumental progressivo. Pra quem gosta de musicos virtuosos é fantastico.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Zen

Bom, não vou ficar falando porque os livros que conheço sobre zen são quase sempre enfadonhos por simplismente tentar falar do que só o silencio espressa e porque os proprios mestres não falaram, tá claro!

A ideia de postar sobre o Zen é porque esse fim de semana algumas memorias das minhas vivências apareceram, e pra mostrar que zen não é o que se pensa. Então vou postar a imagem de um livro que apesar de algumas falatorias iniciais descreve de uma forma interessante o que é o Zen, através da vivência de um aprendiz, muito interessante pra se ler muitas vezes. Atualmente o Zen é aprendido através de artes como  o Kendo, espada, Kyudo, arco e Aikidô, arte marcial do Steven Seageal, que são formas de entrar no Zen, a menos que você conheça um mestre para aprender o Zen mesmo através das práticas de meditação. Falei essa coisa toda pois o livro "aprende" o arco e estou postando sobre o zen porque não to afim de conversa. Quem ler entende.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Chagdud Gonpa

Ele ficou conhecido como senhor da dança, mas não é bailarino, é a dança da vida mesmo, e ele é um cara que proporcionou alegria a muitos seres, então juntamente com todos os que entenderam a proposta bodhisattva, sim, eu rogo para que seus desejos sejam realizados, S. Ema, Chagdud.

Segue um texto do seu site: http://chagdud.org/

Em 1431, Sherab Gyaltsan, a primeira encarnação Chagdud, construiu um monastério nas ruínas de um gonpa anterior, em Nyagrong, no Tibete oriental. Gonpa significa “lugar quieto” — é o termo geral usado para designar monastério. Chag dud significa “nó de ferro” e tem sua origem no fato de Sherab Gyaltsan ter dado um nó em uma espada de ferro com as próprias mãos. O fato impressionou profundamente o imperador da Mongólia e o inspirou a render muitas honrarias a ele. S.Ema. Chagdud Tulku Rinpoche (1930-2002), a décima-sexta encarnação Chagdud reconhecida, demonstrou o mesmo poder extraordinário ao dobrar espadas resistentes por inúmeras vezes em sua juventude.


O Chagdud Gonpa no Tibete foi um dos poucos monastérios que não foi completamente destruído pelos comunistas chineses. Foi salvo por uma combinação da lealdade dos vilarejos próximos e de uma série de acontecimentos miraculosos. Em 1983, S.Ema. Chagdud Tulku Rinpoche estabeleceu o Chagdud Gonpa nos Estados Unidos com a criação da Fundação Chagdud Gonpa e, em 1995, na América do Sul, com a criação do Chagdud Gonpa Brasil. Mais recentemente, o Chagdud Gonpa Hispanoamérica está sendo constituído como a sede da organização nos países da América Latina que falam espanhol. Grupos de meditação afiliados têm centros de prática na Austrália e Suíça.

Os centros do Chagdud Gonpa praticam o Budismo Tibetano Vajraiana, principalmente a tradição Nyingmapa de Guru Padmasambava.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O Leitor

Como gosto muitode assistir filmes, vez ou outra vou postar resenhas de alguns que eu tenha achado intrigante, como é o caso deste filme, O Leitor. Fui tomado por uma avalanche de sentimentos com esse filme...

Novamente um trecho da resenha do sile Omelete:

Inspirado no romance homônimo, de Bernhard Schlink, o longa-metragem começa na Alemanha em reconstrução do pós-guerra. Michael Berg (David Kross) é um jovem de 15 anos que no caminho para casa passa mal e é ajudado por uma mulher (Kate Winslett). No fim do seu período de convalescência, ele volta à casa dela para agradecer e os dois acabam juntos, na cama. O romance dura o verão e, sempre muito reclusa e até mesmo dura, Hana só lhe pede uma coisa antes do sexo, que ele leia para ela. Daí o título do livro e do filme.

Quando - sem avisar - ela some sem deixar pistas, o garoto sofre e amadurece. Passam-se os anos e agora ele é um estudante de direito. Orientado por um dos seus professores ele e seus colegas vão acompanhar o processo de ex-oficiais da SS que estão sendo julgadas pela morte de prisioneiras judias. E sentimentos que ele achava que estavam no passado voltam para lhe assombrar.

Porém, mais do que o romance entre os dois, a obra tenta mostrar ao público o que foi ter nascido na Alemanha depois da Segunda Guerra Mundial, todas as discussões éticas que vêm dessa época e os traumas também. No caso da nossa história, a questão é: Michael deve intervir no caso e depor a favor de Hana? Mas há ainda outra questão: ficar quieto durante o julgamento não é ser tão conivente como foram os alemães que sabiam o que era a fumaça preta que saía dos campos de concentração e nada faziam?



Minhas observações:

Até onde a vergonha da nossa ignorancia nos condena?
O quanto uma mágoa nos impede de ajudar outrem?
Porque os que mentem sempre se unem contra quem quer falar a verdade?
(Até com Jesus a humanidade fez isso!!!)

E o carinha que sai revoltado com o Direito? Não tem como não concordar com ele...
Quem acha que o cara foi um panaca no final do filme, por não ter superado tudo?
Ela foi uma vilã? Alguem sentiu pena dela que nem eu?(Chorei quando o cara não contou que ela era analfabeta... Cara***, era mentira...)

Enfim, tem muita coisa ainda no filme pra se pensar...Espero que assitam e comentem.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Leituras básicas

Isso resume meu post e minha fé de que um dia evoluiremos.
Me emocionei ao digitar o texto, já que não tinha ctrl+c, ctrl+v ...
O texto é encontrado no site http://books.google.com.br/books?id=4apyzuIfNNoC&source=gbs_navlinks_s - página 12;

Afinal, é bom que se entenda desde já que nós não temos, um corpo; antes nós somos o nosso corpo, e é dentro de todas suas dimensões energéticas - portanto, de forma global - que devemos buscar razões para justificar uma expressão legitima do homem, por meio das manifestações do seu pensamento, do seu sentimento e do seu movimento. Entre esses três aspectos, ainda tem prevalecido em nossa cultura a ênfase sobre o pensamento. Contudo, de uma forma tão pobre e utilitarista, que não seria exagero comparar o sentido dessa trilogia com o original grego dessa palavra:"um poema dramático composto de três tragédias".

Na verdade, essa falsa supervalorização do pensamento, promovida por uma sociedade tecnológica, não passa de um tragédia em três capítulos. No momento em que o pensamento, acanhadamente cristalizado e abstrato, amordaça as nossas concretas manifestações corpóreas, impede, ao mesmo tempo, as expressões mais livres e espontâneas do movimento, do sentimento e do próprio pensamento, como fenômenos tipicamente humanos.

(Ao que eu acrescentaria, sim, não sabemos ainda o que é ser um ser humano e nos espelhamos em arquétipos evoluidos de seres espaciais que só poderão nos aproximar de uma construção humanista certamente distante da originalidade da nossa espécie.)


E é justamente essa hipertrofia das manifestações intelectuais uma das fortes razões pela qual a cultura do corpo - e em especial a Educação Física-, desde o inicio de nosa história, vem sendo colocada em planos inferiores na escala de valores que foi se formando em nossa nação.
 
(Ao que eu acrescentaria, da ignorancia e da persistencia nela, que se criam as mais diversas formas de desigualdade social e atrofia mental dos nossos aspectos emocionais, que certamente nos levariam a mais altruismo e compaixão, pois seriamos todos iguais...)
 
 
SIM, EU NÃO ESTAVA LOUCO QUANDO FIZ EDUCAÇÃO FÍSICA! AMO DE CORAÇÃO TUDO QUE APRENDI E NÃO ACHARIA UM TESOURO ESCRITO DESTES EM OUTRO LUGAR, NEM NA MINHA TAMBÉM AMADA PSICOLOGIA. (Ufa, é bom ler isso, não?)