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quarta-feira, 27 de julho de 2011

A Caverna do Século XX

“O mito da caverna, também chamada de Alegoria da caverna,foi escrita pelo filósofo Platão, e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.” Wikipédia

“Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.

Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira. Pelas paredes da caverna também ecoam os sons que vêm de fora, de modo que os prisioneiros, associando-os, com certa razão, às sombras, pensam ser eles as falas das mesmas. Desse modo, os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.” A Republica - Platão

Será que ainda estamos na caverna? E os que saíram, vieram nos trazer a luz da realidade?

“Televisão (do grego tele - distante e do latim visione - visão) é um sistema eletrônico de reprodução de imagens e som de forma instantânea. Funciona a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas e de sua reconversão em um aparelho — o televisor” Wikipédia

A propósito não era esse o “sistema cavernoso” referido pelo nosso filósofo quando citava os homens acorrentados com os olhos voltados apenas para a parede onde passavam os reflexos e ecos da verdadeira realidade?

Nossas casas, muitas vezes metaforizadas assim, não passam de cavernas onde nos recolhemos, e onde por detrás das nossas próprias grades nos fazemos prisioneiros.

Complementando o texto da música do Rappa, o esboço da nossa morada como uma caverna nos expõe novamente a perspectiva dos filósofos, nos colocando, às vezes, como os que ainda não filosofaram.

Afinal que é a nossa realidade senão a projeção das imagens que se passam nos tubos de imagens e telas de lcd/plasma em nosso cotidiano, que, quando nos entregamos, não passa do nosso lar e nosso trabalho.

Exemplo disso o mercado eletrônico avança cada vez mais nessa perspectiva, de que, infelizmente, TV virou entretenimento, substituindo parques, praias, caminhadas, museus, livrarias, cafés e tantos outros.

Até mesmo os idealizados por filmes americanos já não contemplam mais árvores nos bosques e um banco para sentar e conversar com o Forrest, mas cada vez mais num outro tipo de conversa que apesar de parecer falsa pode ser realidade, a tecnológica.

O quanto estamos, nós, afastados da utópica realidade dos nossos caros filósofos que nos legaram um imenso e vasto conteúdo libertador de errôneos conceitos. Já chegaram estes ao poder para que a humanidade se torne mais justa ou o utópico filosófico passou a ser loucura?

Poderia abordar diversas questões aqui, como a desigualdade social, desenvolvimento tecnológico desenfreado, disputas por liderança, redes sociais, a falta de sociabilidade nos jovens, o alcoolismo, e tantos outros desequilibrados prismas televisivos.

O meu foco, porém, será o da realidade platônica que não conseguimos enxergar, um prisma que talvez consiga abranger todo esse complexo de dualidades, um prisma que já quase não se vê falar, pelo menos na caverna televisiva. O do conhecimento. Será que ainda cedemos a conceitos supersticiosos, dogmáticos, sectários ou preconceituosos? Ainda estamos nós na idade das trevas onde o conhecimento cede espaço ao religioso e mundo do certo ou errado?

Mesmo com nossas formações acadêmicas e principalmente depois ingressarmos no mercado de trabalho quantos de nós não entramos no mundo da caverna onde ainda não reinam a interdisciplinaridade e o convívio fraterno e amoroso entres os homens, estes agora ditos universitários.

Será que os formados ainda publicam artigos, escrevem resenhas, fazem polêmicas, estudam especializações, compartilham e produzem conhecimento ou nos limitamos a pensar no mercado de trabalho para voltar para casa com suficiente para comprar uma boa tela de caverna?

Onde estão os homens que saíram desta ilusão de valores comerciais? Não voltaram ou estamos ouvindo apenas os ecos lá de fora da caverna, onde ainda se sonha com liberdade, igualdade e fraternidade?

Felizmente, ainda existem outros meios midiáticos como jornais, revistas, blogs informativos, e outros que não nos deixam acreditar que o que a Globo, Record, Bandeirantes e outras emissoras nos dizem ser o mundo real com seus “realities” de todos os tipos. Não somos apenas personagens de uma trama novelistica ou cinematografica, mas seres pensantes, capazes de reflexão e interação social, desde que exercitemos isso.

O Brasil recebe em breve um prêmio nobel da paz, e quanto isso foi significante em nossas vidas?

Davi Pires Santos

Prof. de Educaçao Física

sábado, 15 de maio de 2010

Como funciona o sarcasmo?

O dia hoje começou maravilhoso. Como tem sido, mas acordei com um sentimento bom da musica de toquinho Era uma vez... e fui ouvir assim que acordei. Uma sensaçao muito boa me ocorreu, e continuei ouvindo, Aquarela, Errar é Humano, Valsa para uma menininha, e acabei mesmo foi indo ler seus poemas no site Pensador.info

Bom, voltando, percebi um certo sarcasmo em meus pensamentos, com  um aspecto negativo, então decidi descobrir como funciona o sarcasmo... e ai?

Achei  o site HOW STUFF WORKS(Como Tudo Funciona), com respostas pra quase tudo.

O mais notável foi um trecho em destaque, lembro que sempre lia os trechos em destaque escritos curiosidades nos meus livros escolares. e lá tem um assim:

Palavras podem me ferir?



Segundo o Oxford English Dictionary [Dicionário de inglês Oxford], a palavra "sarcasmo" deriva do grego antigo "rasgar a carne, ranger os dentes, usar palavras amargas". Sua primeira definição é "expressão ou observação astuta, amarga ou mordaz, desprezo ou insulto". Embora os sarcastas tenham a intenção de serem engraçados, suas palavras podem magoar muito outras pessoas.
Bom, o site tem muita coisa, e esse post é fruto das minhas investigações na qual concluí, e me incluo em parte:

O sarcasmo é a expressão daqueles que só valorizam o que tem quando perdem. 

Daí reanimei, coloquei no tweet que já nem usava e decidi postar aqui.
Meu Tweet: http://twitter.com/arquivodave
http://www.formspring.me/arquivodave

quinta-feira, 22 de abril de 2010

domingo, 7 de março de 2010

Musica?

Ainda não falei nada sobre musicas, mas sou muito flexivel com estilos musicais, cada um na sua hora e lugar devido... Esse post é um vídeo de uma banda - projeto com instrumental progressivo. Pra quem gosta de musicos virtuosos é fantastico.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Zen

Bom, não vou ficar falando porque os livros que conheço sobre zen são quase sempre enfadonhos por simplismente tentar falar do que só o silencio espressa e porque os proprios mestres não falaram, tá claro!

A ideia de postar sobre o Zen é porque esse fim de semana algumas memorias das minhas vivências apareceram, e pra mostrar que zen não é o que se pensa. Então vou postar a imagem de um livro que apesar de algumas falatorias iniciais descreve de uma forma interessante o que é o Zen, através da vivência de um aprendiz, muito interessante pra se ler muitas vezes. Atualmente o Zen é aprendido através de artes como  o Kendo, espada, Kyudo, arco e Aikidô, arte marcial do Steven Seageal, que são formas de entrar no Zen, a menos que você conheça um mestre para aprender o Zen mesmo através das práticas de meditação. Falei essa coisa toda pois o livro "aprende" o arco e estou postando sobre o zen porque não to afim de conversa. Quem ler entende.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Chagdud Gonpa

Ele ficou conhecido como senhor da dança, mas não é bailarino, é a dança da vida mesmo, e ele é um cara que proporcionou alegria a muitos seres, então juntamente com todos os que entenderam a proposta bodhisattva, sim, eu rogo para que seus desejos sejam realizados, S. Ema, Chagdud.

Segue um texto do seu site: http://chagdud.org/

Em 1431, Sherab Gyaltsan, a primeira encarnação Chagdud, construiu um monastério nas ruínas de um gonpa anterior, em Nyagrong, no Tibete oriental. Gonpa significa “lugar quieto” — é o termo geral usado para designar monastério. Chag dud significa “nó de ferro” e tem sua origem no fato de Sherab Gyaltsan ter dado um nó em uma espada de ferro com as próprias mãos. O fato impressionou profundamente o imperador da Mongólia e o inspirou a render muitas honrarias a ele. S.Ema. Chagdud Tulku Rinpoche (1930-2002), a décima-sexta encarnação Chagdud reconhecida, demonstrou o mesmo poder extraordinário ao dobrar espadas resistentes por inúmeras vezes em sua juventude.


O Chagdud Gonpa no Tibete foi um dos poucos monastérios que não foi completamente destruído pelos comunistas chineses. Foi salvo por uma combinação da lealdade dos vilarejos próximos e de uma série de acontecimentos miraculosos. Em 1983, S.Ema. Chagdud Tulku Rinpoche estabeleceu o Chagdud Gonpa nos Estados Unidos com a criação da Fundação Chagdud Gonpa e, em 1995, na América do Sul, com a criação do Chagdud Gonpa Brasil. Mais recentemente, o Chagdud Gonpa Hispanoamérica está sendo constituído como a sede da organização nos países da América Latina que falam espanhol. Grupos de meditação afiliados têm centros de prática na Austrália e Suíça.

Os centros do Chagdud Gonpa praticam o Budismo Tibetano Vajraiana, principalmente a tradição Nyingmapa de Guru Padmasambava.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O Leitor

Como gosto muitode assistir filmes, vez ou outra vou postar resenhas de alguns que eu tenha achado intrigante, como é o caso deste filme, O Leitor. Fui tomado por uma avalanche de sentimentos com esse filme...

Novamente um trecho da resenha do sile Omelete:

Inspirado no romance homônimo, de Bernhard Schlink, o longa-metragem começa na Alemanha em reconstrução do pós-guerra. Michael Berg (David Kross) é um jovem de 15 anos que no caminho para casa passa mal e é ajudado por uma mulher (Kate Winslett). No fim do seu período de convalescência, ele volta à casa dela para agradecer e os dois acabam juntos, na cama. O romance dura o verão e, sempre muito reclusa e até mesmo dura, Hana só lhe pede uma coisa antes do sexo, que ele leia para ela. Daí o título do livro e do filme.

Quando - sem avisar - ela some sem deixar pistas, o garoto sofre e amadurece. Passam-se os anos e agora ele é um estudante de direito. Orientado por um dos seus professores ele e seus colegas vão acompanhar o processo de ex-oficiais da SS que estão sendo julgadas pela morte de prisioneiras judias. E sentimentos que ele achava que estavam no passado voltam para lhe assombrar.

Porém, mais do que o romance entre os dois, a obra tenta mostrar ao público o que foi ter nascido na Alemanha depois da Segunda Guerra Mundial, todas as discussões éticas que vêm dessa época e os traumas também. No caso da nossa história, a questão é: Michael deve intervir no caso e depor a favor de Hana? Mas há ainda outra questão: ficar quieto durante o julgamento não é ser tão conivente como foram os alemães que sabiam o que era a fumaça preta que saía dos campos de concentração e nada faziam?



Minhas observações:

Até onde a vergonha da nossa ignorancia nos condena?
O quanto uma mágoa nos impede de ajudar outrem?
Porque os que mentem sempre se unem contra quem quer falar a verdade?
(Até com Jesus a humanidade fez isso!!!)

E o carinha que sai revoltado com o Direito? Não tem como não concordar com ele...
Quem acha que o cara foi um panaca no final do filme, por não ter superado tudo?
Ela foi uma vilã? Alguem sentiu pena dela que nem eu?(Chorei quando o cara não contou que ela era analfabeta... Cara***, era mentira...)

Enfim, tem muita coisa ainda no filme pra se pensar...Espero que assitam e comentem.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Leituras básicas

Isso resume meu post e minha fé de que um dia evoluiremos.
Me emocionei ao digitar o texto, já que não tinha ctrl+c, ctrl+v ...
O texto é encontrado no site http://books.google.com.br/books?id=4apyzuIfNNoC&source=gbs_navlinks_s - página 12;

Afinal, é bom que se entenda desde já que nós não temos, um corpo; antes nós somos o nosso corpo, e é dentro de todas suas dimensões energéticas - portanto, de forma global - que devemos buscar razões para justificar uma expressão legitima do homem, por meio das manifestações do seu pensamento, do seu sentimento e do seu movimento. Entre esses três aspectos, ainda tem prevalecido em nossa cultura a ênfase sobre o pensamento. Contudo, de uma forma tão pobre e utilitarista, que não seria exagero comparar o sentido dessa trilogia com o original grego dessa palavra:"um poema dramático composto de três tragédias".

Na verdade, essa falsa supervalorização do pensamento, promovida por uma sociedade tecnológica, não passa de um tragédia em três capítulos. No momento em que o pensamento, acanhadamente cristalizado e abstrato, amordaça as nossas concretas manifestações corpóreas, impede, ao mesmo tempo, as expressões mais livres e espontâneas do movimento, do sentimento e do próprio pensamento, como fenômenos tipicamente humanos.

(Ao que eu acrescentaria, sim, não sabemos ainda o que é ser um ser humano e nos espelhamos em arquétipos evoluidos de seres espaciais que só poderão nos aproximar de uma construção humanista certamente distante da originalidade da nossa espécie.)


E é justamente essa hipertrofia das manifestações intelectuais uma das fortes razões pela qual a cultura do corpo - e em especial a Educação Física-, desde o inicio de nosa história, vem sendo colocada em planos inferiores na escala de valores que foi se formando em nossa nação.
 
(Ao que eu acrescentaria, da ignorancia e da persistencia nela, que se criam as mais diversas formas de desigualdade social e atrofia mental dos nossos aspectos emocionais, que certamente nos levariam a mais altruismo e compaixão, pois seriamos todos iguais...)
 
 
SIM, EU NÃO ESTAVA LOUCO QUANDO FIZ EDUCAÇÃO FÍSICA! AMO DE CORAÇÃO TUDO QUE APRENDI E NÃO ACHARIA UM TESOURO ESCRITO DESTES EM OUTRO LUGAR, NEM NA MINHA TAMBÉM AMADA PSICOLOGIA. (Ufa, é bom ler isso, não?)

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Relíquias

Uma rara exposição de relíquias do Buda Shakiamuni e de outros grandes mestres budistas chega ao Brasil em março 2010.

A exposição passará por Viamão-RS (12 a 14/3), Florianópolis (19 a 21/3), Curitiba (26 a 28/3), São Paulo (7 a 11/4), Vitória (16 a 18/4), Salvador (23 a 25/4), Recife (7 a 9/5), João Pessoa (14 a 16/5) e Rio de Janeiro (20 a 23/5).

Até hoje, as relíquias sagradas foram apresentadas em mais de cem cidades na Ásia, Europa, Estados Unidos e Canadá.

Concluída a volta ao mundo, as relíquias serão guardadas em um templo no coração de uma magnífica estátua de 152 metros do Buda Maitreia, que está sendo construída em Kushinagar, na Índia.

Mais informações: http://www.cebb.org.br/

Para quem não sabe o que são relíquias na última exposição tinha um video explicando, então se eu contar perde a graça, vão ver e desfrutar um pedacinho de paz búdica que essas pessoas construirão em suas cidades para exibir suas relíquias. Vale a pena!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Conteúdo Adulto?

Vamos pensar um pouco?
O qué é um conteúdo adulto?
O que caracteriza a fase adulta de um indivíduo e marca o fim da fase conhecida por adolescência?
O que faz um adulto, desconsiderando-se as classes sociais e os locais de moradia?

Pergunto isso quase tão descaradamente quanto Sócrates, porque não sabendo responder coloco-me a perguntar e das respostas tento chegar a uma conclusão lógica, justa e inteligente. Se você achou que era foto de mulher pelada desistiu de ler depois dessa do Socrates. Já tentou ler A Republica? É pior que isso!

Meu professor alegava que as letras paradas dos livros não animavam tanto quanto a tela da TV, neste caso a fadiga mental seria a causa da leitura não estar associada ao conteúdo adulto padrão na nossa sociedade. Ainda alegava o fato de que ler na internet poderia ser mais agradavel, pois tem imagens ao redor com colorido(até que gosto de livros que tenham foto) e o fato da imagem não ser tão estática ao nosso cerebro quanto aos nossos olhos...(a luz do seu monitor está piscando e você não percebe...)

Mas tenho certeza que a vida adulta tem conteúdos além do ofício, da familia, e do lazer, sendo esse último o fator variavel da estória, pois o óficio é lavoro e todo mundo fala mal, a familia enche o saco e ocupa o tempo, e os amigos servem pra fazer jus às duas afirmações anteriores.(Perspectiva do copo meio vazio)

Eu pergunto mesmo e não tenho a resposta, nesse blog estou tentando reunir meus hobbies, leituras que sejam extra faculdade, trabalho e auto-ajuda (sobraram poucas neh?), filmes, não pela ação com movimentos e explosões agradaveis e coloridos como diria meu professor nos fazendo crianças novamente.... mas por uma temática interessante, esportes, que no meu caso tem ligaçao com a formação acadêmica, sou prof. de educação física, enfim.

Pesquisando sobre a vida adulta na internet achei muita coisa sobre traumas de infancia, bi-polaridade, mas nada de adulto definido, e penso que é como diz alguem que li, Osho ou Dalai Lama, temos planos pra tudo menos pra nossa felicidade, não pensamos no que faz um homem ou uma mulher feliz quando formados e trabalhando e com vida social estável. A não ser a perspectiva do coletivo de autores, os pobres querem adquirir renda e os ricos manter o patrimônio....(Nunca viu falar no livro? É bom, faz parte do curriculo de educaçao física. Procura no google!)

Escolhi a educação física para ter uma profissão que seja mais que um ofício, acho que estou perto do chamado "fazer o que gosta", que nos ocupa o tempo todo sem nos cansar e ainda atraí novas óticas aos nossos olhos...

Na verdade, o tópico foi escrito para percebermos que quando pararmos de ver televisão e mulher pelada ficaremos vazios e enquanto vendo isso, vazios estamos... Entendeu? Não se mate...


Sei que tem gente que dança, que faz teatro, mas as vezes é dificil achar alguem que saia do normal.
E você? Qual é a tua? Qual o seu conteúdo, adulto? Comenta ai.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

A Fonte da Vida

Eu gosto muito de filmes inteligentes como esse, então vou colocar aqui alguns trechos da resenha do site Omelete que foi a que me pareceu mais sensata.

A Fonte da Vida (The Fountain, 2006) do talentoso cineasta Darren Aronofsky (Pi, Requiem para um sonho) desperta reações de amor e ódio.Um lindo poema sobre o amor entre duas pessoas e a aceitação da morte como parte da evolução e da vida.
A história foi escrita por Ari Handel e Aronofsky e produz enorme reflexão ao final da sessão, aqueles momentos únicos que só o cinema de qualidade consegue proporcionar. Não apenas as imagens, mas os temas e idéias permanecem na memória por dias. A narrativa é complexa, mas não é difícil de entender, basta querer pensar.
Nela, Hugh Jackman é Tommy Creo, um cientista que está em busca da cura do câncer. Para ele é pessoal, já que Izzi (Rachel Weisz), sua esposa, esta morrendo com um tumor cerebral. A chance de sucesso chega juntamente com seu time de pesquisadores, que traz uma amostra de uma árvore singular das selvas da América do Sul. A planta pode ser a cura que ele tanto busca. Enquanto isso, Izzi escreve um livro sobre um conquistador (também interpretado por Jackman) que viaja para o Novo Mundo em busca da Árvore da Vida a pedido da rainha Isabel (também interpretada por Weisz). A terceira parte da história é passada no futuro, quando o cientista (ainda Jackman) viaja pelo espaço.
Pode parecer complicado, mas, ao final, algumas peças do quebra-cabeça se encaixam. Outras ficam inteligentemente vagas e cabe ao espectador (tentar) decifrá-las. Dessa forma, não há uma solução definitiva para o filme, já que seu entendimento em muito se deve às crenças e experiências da cada um.

Bom, se estiver curioso só termine de ler depois de ver o filme pois vou dar minha opinião pessoal....(Destaquei pra depois não dizer que passou despercebido....) 

As lacunas eu analiso de forma cronologicamente linear, concatenando as três narrações como a interpretação do livro que a moça escreve, a realidade presente, e o que se passa na mente do cientista, mas se eu disser isso o filme perde a graça... O belo mesmo é enxergar como uma pessoa pode chega à morte em lucidez e sem sofrimento ao ponto de estrategicamente criar um enredo onde seu marido não desista da vida só por causa da sua morte... (Falei demais denovo!)

Se leram isso ainda assim assistam porque imagens são muito mais que palavras.
Para ler a resenha na integra veja o site:(http://www.omelete.com.br/cine/100003314/A_fonte_da_vida.aspx)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Snorkeling!?

Pois é, vem da palavra snorkel, aquele tubo de respiração usado por mergulhadores. Muitos sites falam sobre mergulho, os principais tipos, dicas, cursos, normas de segurança,etc. Para começar a observar o mundo submerso e suas maravilhas ficar boiando com um tubinho pra respirar normalmente é o mais facil e funciona como periodo de adaptação, podendo ser praticado até por crianças, como nesta foto retirada do site http://www.snorkeling.info/ (em inglês)

Essa foto ao lado foi eu mesmo quem tirei num dos meus mergulhos a uma profundidade de 2 a 3 metros, pra ter noção de que nem sempre é preciso ir longe pra encontrar algo bonito. Como comentei em outra postagem, eu aprendi a praticar o mergulho livre, ou snorkeling,  com dicas de alguns sites e de amigos .
Um dos sites em português que aprendi muito e que tem os assuntos bem organizados é o http://www.naufragiosdobrasil.com.br/matsnorkeling5.htm.

Alguns erros comuns envolvem respirar com o tubo submerso e beber água, flicar aflito e perder a concentração. Outra coisa importante é que locais onde se praticam snorkeling podem contar corais, que tornam tudo mais bonito, porém não podemos sair nos agarrando na pedra nem nos esquecer dos ouriços do mar, com seus espinhos, porque é inflamação certa.

Minha dica pessoal é que treinem em piscinas antes de entrarem no mar, e quando forem fazê-lo, estejam sempre acompanhados e se possível supervisionados, até pra poderem depois contar o que viram e não passar por "historia de pescador".

Vou indo nessa... Espero que vocês pratiquem e se apaixonem como eu.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Aquarios para Iniciantes

Um dos meus hobbies certamente é cuidar de aquários, e começou porque queria aprender a mergulhar mas tinha medo de peixes que pudessem morder, etc.

Como nadava em mar, ficava sempre com um receio escondido enquanto nadava em águas profundas, daí decidi aprender a arte do mergulho, mas antes preferi observar o comportamento dos peixes, onde aprendi a fazer, montar e manter um aquario natural.

Para quem gosta de aquarios, e não sabe por onde começar, eu estou compartilhando esses scans de uma publicação da Tetra que ensina prncipios básicos para quem inicia a idéia de se tornar aquarista.Em breve vou postar sobre os meus aquarios, fotos e comentários sobre colagem, montagem e outros.

Quanto ao mergulho, aprendi o snorkeling, que é o mergulho básico mesmo só com óculos e o tubo de respiração(snorkel), além das nadadeiras, mas ainda pretendo fazer um curso de mergulho profissional com cilindros de oxigênio mesmo, até lá vou vendo meus peixes...
 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Coletanea Caras Zen

Musicas para relaxar fazem parte da minha vida.
Compartilhar o que me faz bem tambem.

Achei na internet um link com os Cds dessa coletanea. São divididos de acordo com os quatro elementos da natureza, Terra, Agua, Fogo, Ar. Creio que sejam quatro exemplares pra cada elemento somando 16 cds. (Como sou bom de conta!)

Quando conheci estavam em liquidação pelo preço de 1,99, comprei quase todos.
Faltaram alguns que achei na net e resolvi juntar tudo aqui. Agora vou repartir o bolo, espero poder juntar todos num só local. Lembrando que o objetivo é compartilhar o que já encontrei na net, pra que outros possam completar sua coleção.

Todos os links e arquivos estão hospedados na própria internet, somente indico onde se encontra, não hospedo nenhum CD ou arquivo que seja de distribuição ilegal.Qualquer arquivo protegido por algum tipo de lei deve permanecer, no prazo máximo de 24 horas em seu computador. Eles podem ser baixados apenas para teste, devendo o usuário apagá-lo ou comprá-lo após as 24 horas decorridas. A aquisicão desses arquivos pela internet é de única e exclusiva responsabilidade do usuário.

Elemento Terra
A música da Índia
Mundo Ancestral
Noites Tropicais
As Mil e Uma Noites

Elemento Água
Águas Termais
Ilha do paraiso
Melodía de las Aguas
Nascimento

Elemento Fogo
À Luz de Velas
Sol Flamenco
Magia Celta
Egito Mistico

Elemento Ar
Ao Sabor Dos Ventos
Canto dos Pássaros
Música Celeste
Silencio Interior

terça-feira, 10 de março de 2009

Na Beira do Rio


Há muito tempo atrás uma rezadeira me falou que não tomasse banho em água profunda pra o encanto das aguas não me levar

"Porque você é muito bonito e agente não quer que você vá embora, meu filho"

Mas o São Francisco, nele eu sempre lavei minh'alma e meus problemas e foi nele que eu me arrisquei, entrando um e saindo outro
a água era uma voz de mulher, uma pele sobre a minha me completando onde faltava minha energia e me chamando pra voltar...

Sentando e olhando o rio,  meu corpo de água e um velho cantando onde não se podia enxergar de alma lavada saio de lá, renovado, a cantar.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Lu / A Conduta (Trilhar)

Acima Ch'ien, o Criativo, Céu
Abaixo Tui, a alegria, Lago

A conduta significa, inicialmente, a maneira correta de se comportar. Acimaestá o céu, o pai; abaixo, o lago, a filha mais moça. Isso mostra a distinção entre alto e baixo; nela se fundamenta a tranquilidade e a conduta correta na sociedade. Por outro lado, no sentido de trilhar, Lu significa litteralmente "pisar sobre algo". O pequeno e alegre Tui pisa sobre o grande e forte Ch'ien. O movimento dos dois trigramas básicos é ascendente. O fato de que o forte pise no fraco é pressuposto no Livro das Mutações, não sendo por isso mencionado. O trilhar do fraco sobre o forte não é perigoso aqui, pois isso se dá em meio a uma alegria livre de arrogância, que faz com que o forte não se irrite, tudo aceitando de bom grado.
(I Ching - Richard Wilhelm)
Após concluir a digitação deste texto me recordei o significado deste hexagrama quando precisei do conhecimento do Yi para continuar com minhas escolhas. Simbolizou-me naquela época a permissão para começar o meu caminho na alquimia abandonando antigos costumes e culturas que pareciam tão fortes e influentes, enquanto meu Ser era só uma criança a se divertir com alegria.
Que todos aqueles que estejam prisioneiros de quaisquer normas, culturas, ou outras espécies prisões possam alcançar a alegria interna que gera esse hexagrama.
Trilhando sobre a cauda do tigre.
Ele não morde o homem.
Sucesso.

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Nadar, Meditar

Observe sua respiração. Conte quantos segundos dura a inspiração e a expiração. Coordene seus passos com o tempo da sua respiração... (Trecho do livro Meditação Andando do monge vietnamita THICH NHAT HANH)

Essas são técnicas de uma prazerosa e profunda experiência meditativa. São também características facilmente aplicadas à natação. Quando estamos nadando, automaticamente controlamos o fluxo da nossa respiração e coordenamos com nossas braçadas.

Mas quantos de nós de verdade após sair de uma sessão de nado, sente além do prazer e conforto físico um prazer mental de leveza desfrutando do prazer meditativo? E não sabemos o que nos impede de desfrutar desta prazerosa experiência algumas vezes sentindo cansativo o nado e até abandonando-o entediado.

Praticante e professor de natação pretendo trata-la sob um novo ponto de vista, observando o corpo que nada mas também a mente que vaga em pensamentos e cria a percepção de tédio ao repetir tantas vezes o mesmo movimento. na tentativa de facilitar a união mente e corpo.
Discutir como encaixar essa mente e ensina-la a desfrutar o prazer do silêncio e da meditação durante o nado, tornando-o mais agradavel e gratificante é o que tenho como proposta. Um nova jornada a cada nado, de corpo inteiro, de corpo e alma.